Protokollon

Protokollon – Programa de Relações Públicas e Internacionais, Cerimonial e Protocolo do IDII

 

Prot(o)- elem. comp., do gr. prōto-, de prōtos ‘primeiro, principal, primitivo’, que já se documenta em vocs. formados no próprio grego, como protótipo, e em muitos outros introduzidos na linguagem cientifica internacional a partir do séc. XIX (…) protocol.ar XX Do fr. protocolaire || protocolo XVII Do fr. protocole deriv. do lat. med. prōtocollum e este, do gr. prōtókollon (…)

CUNHA, Antonio Geraldo da. Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa.

2ª edição. 11ª impressão. Ed. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1999.


lat.medv. protocollum (945) ‘protocolo de notário público, (1166) ato original, (sXIV) registro de chancelaria’, pelo fr. protocole (1330 sob a f. prothocole) ‘registro autêntico, (1655) a primeira nota, caderno ou registro, ou seja, o resumo e o sumário que os notários chamam sumptum, (1823) processo verbal autêntico das deliberações de uma conferência, (1859, no snt. protocole diplomatique ‘protocolo diplomático’) regras do cerimonial a serem seguidas nas relações políticas oficiais entre Estados e também entre ministros’, emprt. ao lat.medv. protocollum < gr.tar. prótókollon ‘primeira colagem de cartas que trazem diversas indicações que as autenticam’, formado de prôtos ‘primeiro’ + kólla ‘goma, donde cola'; ver prot(o)- e col(a/o)-; f.hist. 1712 portacolo, 1720 protocollo, 1836 protocolo.

HOUAISS, Antonio. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Versão on-line do sistema UOL (http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=protocolo&stype=k)

 

Protokollon é um empreendimento de comunicação social e institucional que visa munir pessoas físicas e jurídicas de conhecimento para trabalharem com planejamento, desenvolvimento e execução de projetos em que o acesso ao histórico das regras de sociabilidade e da linguagem protocolar seja imprescindível.

Protokollon considera fundamental para o aprimoramento das relações entre indivíduos, sociedades e Estados o processo de aprendizado da cultura alheia, naquilo que psicologicamente pode-se denominar “apreensão da alteridade”.